Resolva conflitos sem os anos e custos do Judiciário.
As Práticas Colaborativas unificam advogados qualificados, especialistas em finanças e saúde mental para construir acordos sob medida com o Pacto de Não-Litígio e validade de sentença judicial.
Método Colaborativo
Sistema AcordaQual a diferença entre Conciliação, Mediação e Práticas Colaborativas?
Entender o método correto para o seu tipo de conflito é o primeiro passo para economizar tempo, dinheiro e desgaste emocional.
1. Conciliação
Foco: O Problema ImediatoIndicada para conflitos pontuais sem vínculo afetuoso duradouro (ex: cobranças, pequenas dívidas, colisões de trânsito). O conciliador é ativo e pode sugerir propostas de acordo direto.
- Relações pontuais/eventuais
- Terceiro sugere a solução
- Resolução pragmática e rápida
2. Mediação
Foco: Restabelecer o DiálogoIdeal para partes com relacionamento continuado (ex: vizinhos, sócios, divórcios). O mediador é neutro, não dá palpites ou sugestões, mas facilita a conversa para que as próprias partes encontrem a saída.
- Relações de longo prazo
- Terceiro é 100% neutro/facilitador
- Foco na causa raiz do atrito
3. Práticas Colaborativas
Foco: Pacto de Não-Litígio & MultidisciplinarO modelo mais avançado do Direito Moderno. As partes e seus advogados assinam o compromisso de NÃO ir ao tribunal. Atua com advogados dedicados ao acordo, especialistas em finanças e saúde mental.
- Pacto assinado de não-litígio
- Equipe multidisciplinar dedicada
- Proteção patrimonial e emocional total
Como Funciona o Produto Práticas Colaborativas?
Um processo estruturado em 4 etapas claras para transformar confrontos destrutivos em soluções sustentáveis.
1. Assinatura do Pacto
Ambas as partes e seus advogados colaborativos assinam o Termo de Não-Litígio, renunciando formalmente à ida ao Judiciário durante a negociação.
2. Formação da Equipe
Integração de especialistas conforme a necessidade do caso: consultor financeiro neutro, mediadores de apoio e profissionais da saúde mental.
3. Reuniões de Alinhamento
Sessões conjuntas focadas nos interesses reais, transparência financeira total e criação de cenários de viabilidade econômica e pessoal.
4. Minuta & Formalização
Elaboração do acordo final e registro direto no Cartório (Escritura Pública) ou homologação simples, com força de Título Executivo.
Aplicações e Setores das Práticas Colaborativas
O método colaborativo é aplicável em qualquer cenário onde o sigilo, a rapidez e a manutenção dos relacionamentos sejam essenciais.
1. Família & Sucessões
Divórcios, partilha de bens complexa, plano de convivência dos filhos e inventários familiares. Preserva o bem-estar das crianças e evita a exposição de dados íntimos.
- Guarda e pensão humanizadas
- Partilha de patrimônio com parecer neutro
- Planejamento sucessório amigável
2. Imobiliário & Locações
Resolução de conflitos de grandes contratos de locação commercial/residencial, rescisões antecipadas, disputas de construção e regularizações de imóveis (REURB).
- Readequação de contratos de aluguel
- Acordos de vizinhança e condomínios
- Regularização extrajudicial de terras
3. Empresarial & Societário
Dissolução amigável de sociedades, reorganização de empresas familiares, saída de sócios com apuração justa de haveres e renegociação de startups/investidores.
- Preservação do valor de mercado da empresa
- Governança familiar e sucessão profissional
- Sigilo de segredos industriais
4. Saúde & Bioética
Mediação humanizada de desacordos em tratamentos de saúde, cobertura de procedimentos e indenizações preventivas entre médicos, clínicas, hospitais e pacientes.
- Proteção à reputação profissional
- Acordos rápidos para continuidade de tratamentos
- Sigilo do histórico médico
5. Trabalhista Executivo / C-Level
Negociação de transição de altos executivos, cláusulas de não-concorrência (*non-compete*), pacotes de rescisão e composição de conflitos de diretoria.
- Transição de liderança sem ruídos ao mercado
- Definição clara de bonificações e ações
- Cláusulas de confidencialidade blindadas
6. Relações Escolares & Família
Conciliação entre instituições de ensino e famílias para adequação de contratos, casos de inclusão especial ou renegociação de débitos educacionais.
- Proteção do bem-estar do estudante
- Solução sem atritos contratuais
- Repactuação financeira sustentável
Seu caso é elegível para Práticas Colaborativas?
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Perguntas Frequentes sobre Práticas Colaborativas
Tire suas dúvidas operacionais e jurídicas mais comuns sobre o método.
1. O que exatamente são as Práticas Colaborativas?
As Práticas Colaborativas são um método autônomo e extrajudicial onde as partes e seus respectivos advogados assinam o Termo de Não-Litígio, comprometendo-se formalmente a buscar o acordo sem recorrer ao Judiciário.
O processo conta também com o suporte de especialistas neutros das áreas financeira e de saúde mental.
2. Qual a diferença entre Colaborativo, Mediação e Conciliação?
Na Conciliação, um terceiro sugere propostas para acordos pontuais. Na Mediação, um mediador neutro facilita a conversa sem dar palpites.
Nas Práticas Colaborativas, atua-se com advogados dedicados ao acordo, equipe multidisciplinar e uma cláusula formal que veda a ida ao tribunal.
3. O que é a Cláusula de Desqualificação?
É a garantia de que os advogados colaboradores não representarão seus clientes no Judiciário caso a negociação não termine em acordo. Essa cláusula elimina a tentação de litigar e alinha os interesses de todos para que o acordo dê certo.
4. O acordo assinado tem validade de sentença judicial?
Sim, 100%! O termo assinado ao final do procedimento constitui um Título Executivo Extrajudicial (ou Escritura Pública em Cartório). Em caso de descumprimento, ele pode ser executado diretamente na Justiça sem precisar discutir o mérito do caso.
5. E se a outra parte for irredutível ou se recusar a conversar?
A equipe do Sistema Acorda realiza um contato institucional neutro para convidar a outra parte e seu advogado para uma reunião explicativa, demonstrando a economia, a confidencialidade e os benefícios de não enfrentar um processo judicial desgastante.
6. Quais profissionais formam a equipe multidisciplinar?
A equipe é moldada sob medida para o seu caso. Pode incluir advogados colaborativos, consultores financeiros neutros (para levantamento e partilha justa do patrimônio) e profissionais de saúde mental/CNV (para gestão das emoções e comunicação).
7. Quanto tempo leva a resolução por essa via?
Enquanto um processo judicial comum no Brasil pode levar de 3 a 7 anos, o procedimento de Práticas Colaborativas leva em média de 60 a 90 dias, dependendo da complexidade das reuniões de alinhamento.
8. Como o valor cobrado se compara ao de um processo judicial?
A economia pode chegar a 80%. Como o tempo de resolução é muito menor e não há custas judiciais recorrentes, perícias nomeadas pelo juiz ou honorários de sucumbência, os custos totais são infinitamente mais previsíveis e reduzidos.
9. O meu patrimônio e os dados da minha vida privada ficam protegidos?
Sim, em sigilo absoluto. Diferente dos processos judiciais — que costumam ser públicos e acessíveis —, todo o procedimento colaborativo é regido por uma cláusula estrita de confidencialidade acordada no contrato inicial.
10. Em quais áreas o Sistema Acorda aplica Práticas Colaborativas?
Atuamos em Direito de Família & Sucessões, Imobiliário & Locações, Societário & Startups, Saúde & Bioética e Trabalhista Executivo (C-Level).